O Instituto do Meio Ambiente e de
Ordenamento Territorial do Amapá (Imap) se reuniu com representantes
dos povos indígenas Wajãpi na sede do Ministério Público Federal
(MPF-AP), para tratar sobre as comunidades que receberão as primeiras
consultas referentes às políticas públicas voltadas ao ordenamento
territorial. A primeira consulta prévia deve acontecer entre os dias 4 a
8 de abril de 2016, no Centro de Formação e Documentação Wajãpi
(CFDW), na Terra Indígena localizada no posto Aramirã, que fica no
oeste do Estado do Amapá.
A reunião foi conduzida pelo Procurador da República, Thiago Cunha de Almeida. E além do Imap, participaram também a Secretaria de Meio Ambiente (Sema) o Instituto Estadual de Floresta (IEF), Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (Iepé), e representantes dos povos indígenas Wijãpi.
Decisões relacionadas a regularização fundiária, questões sobre conflitos agrários, Floresta Estadual do Amapá (Flota) propostas para a criação da reserva de unidade de conservação entre outros assuntos ligados a política indigenista terão a participação da comunidade indígena, visto que, a nova política indigenista no Brasil é de gestão participativa.
Na ocasião, o procurador Thiago Almeida informou que as consultas serão divididas em duas partes. A primeira etapa vai acontecer entre os dias 4 a 8 de abril de 2016, e o segundo momento de consulta já está agendado para os dias 6 a 10 de junho. O MPF deve solicitar a participação aos demais órgãos competentes do Estado do Amapá.
De acordo com o diretor de Ordenamento Territorial do Imap, Robson Gualberto, a reunião também objetivou traçar propostas institucionais em prol da proteção da área indígena, “que vem sendo alvo de invasão, por beneficiários da Reforma Agrária. É preciso avançarmos em sugestões que visem assegurar aos povos indígenas, os seus direitos.” Completou Robson.
Segundo o diretor, as comunidades também poderão sugerir novas propostas e apresentar as necessidades. A próxima reunião está marcada para o dia 11 de janeiro de 2016, para que as instituições repassem ao MPF toda a programação de apresentação.
A reunião foi conduzida pelo Procurador da República, Thiago Cunha de Almeida. E além do Imap, participaram também a Secretaria de Meio Ambiente (Sema) o Instituto Estadual de Floresta (IEF), Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (Iepé), e representantes dos povos indígenas Wijãpi.
Decisões relacionadas a regularização fundiária, questões sobre conflitos agrários, Floresta Estadual do Amapá (Flota) propostas para a criação da reserva de unidade de conservação entre outros assuntos ligados a política indigenista terão a participação da comunidade indígena, visto que, a nova política indigenista no Brasil é de gestão participativa.
Na ocasião, o procurador Thiago Almeida informou que as consultas serão divididas em duas partes. A primeira etapa vai acontecer entre os dias 4 a 8 de abril de 2016, e o segundo momento de consulta já está agendado para os dias 6 a 10 de junho. O MPF deve solicitar a participação aos demais órgãos competentes do Estado do Amapá.
De acordo com o diretor de Ordenamento Territorial do Imap, Robson Gualberto, a reunião também objetivou traçar propostas institucionais em prol da proteção da área indígena, “que vem sendo alvo de invasão, por beneficiários da Reforma Agrária. É preciso avançarmos em sugestões que visem assegurar aos povos indígenas, os seus direitos.” Completou Robson.
Segundo o diretor, as comunidades também poderão sugerir novas propostas e apresentar as necessidades. A próxima reunião está marcada para o dia 11 de janeiro de 2016, para que as instituições repassem ao MPF toda a programação de apresentação.
Wajãpi
Segundo informações do Iepé, os Wajãpi que vivem na Terra Indígena Wajãpi somam mais de mil pessoas, distribuídas em 49 pequenas aldeias. Sobrevivem da agricultura, da caça, da pesca e da coleta, mudando periodicamente a localização de suas aldeias para permitir a recuperação ambiental das áreas ocupadas. Os Wajãpi falam uma língua tupi-guarani e, em sua maioria, também falam e entendem português. O acesso às aldeias se dá pela BR 210, pelos rios e por trilhas abertas no meio da floresta.
Serviço:
Instituto do Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá – Imap
Mônica Costa - Assessora de Comunicação
Contato: 991938633
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